Ácido Glicólico ou Mandélico: Qual Escolher Para a Sua Pele?

Os ácidos faciais se tornaram grandes aliados de quem busca uma pele mais uniforme, luminosa e saudável. Entre os mais utilizados estão o ácido glicólico e o ácido mandélico, dois ingredientes reconhecidos por promoverem renovação celular e melhorarem diversos problemas de pele. No entanto, apesar de possuírem benefícios semelhantes, eles apresentam características diferentes que influenciam diretamente nos resultados e na tolerância da pele.

Se você tem dúvidas sobre ácido glicólico ou mandélico: qual escolher, este guia explica as principais diferenças, benefícios, indicações e como decidir qual deles faz mais sentido para a sua rotina de skincare.

O que é o ácido glicólico?

O ácido glicólico pertence à família dos alfa-hidroxiácidos (AHAs) e é obtido da cana-de-açúcar. Sua principal característica é possuir moléculas pequenas, que conseguem penetrar com facilidade na pele.

Essa alta capacidade de penetração faz com que o ácido glicólico seja um dos ativos mais eficazes para promover a renovação celular, melhorar a textura da pele e estimular a produção de colágeno.

Entre seus principais benefícios estão:

  • Redução de linhas finas e rugas;
  • Clareamento de manchas superficiais;
  • Uniformização do tom da pele;
  • Melhora da textura;
  • Controle da oleosidade;
  • Atenuação de marcas de acne;
  • Estímulo à renovação celular.

Por ser um ativo potente, também pode causar vermelhidão, ardor ou descamação em pessoas com pele sensível quando utilizado em concentrações elevadas.

Principais produtos com Ácido Glicólico com Ácido Glicólico no Brasil

Se você procura um produto com ácido glicólico para incluir na sua rotina de skincare, estas são algumas das opções mais populares e bem avaliadas no Brasil atualmente:

>> Creamy Esfoliante Químico – Ácido Glicólico <<
Um dos séruns de ácido glicólico mais conhecidos do mercado brasileiro. Sua fórmula combina 10% de ácido glicólico, niacinamida e alfa-bisabolol, promovendo renovação celular, melhora da textura, redução de poros aparentes e uniformização do tom da pele, enquanto ajuda a minimizar possíveis irritações.

>> Principia AG-10 Ácido Glicólico <<
O AG-10 da Principia é uma excelente opção para quem busca um tratamento eficaz com ótimo custo-benefício. Contém cerca de 10% de ácido glicólico associado a aminoácidos, auxiliando na renovação da pele, redução de manchas, linhas finas, oleosidade e melhora da luminosidade, com textura leve e rápida absorção.

>> The Ordinary Glycolic Acid 7% Exfoliating Toner <<
Considerado um dos tônicos esfoliantes mais famosos do mundo, possui 7% de ácido glicólico e ingredientes calmantes como aloe vera, ginseng e pimenta-da-Tasmânia. É indicado para melhorar a textura da pele, uniformizar o tom e aumentar a luminosidade com o uso contínuo.

>> ISDIN Glicoisdin Gel <<
O Glicoisdin é um clássico entre os dermocosméticos para renovação da pele. Sua fórmula com ácido glicólico ajuda a suavizar linhas finas, reduzir manchas superficiais e estimular a renovação celular, sendo bastante indicado para quem deseja uma pele mais uniforme, firme e iluminada.

>> Sallve Super Ácido Glicólico 10%
Desenvolvido para rotinas de skincare mais avançadas, o Super Ácido Glicólico da Sallve possui 10% de ácido glicólico e foi formulado para promover uma esfoliação química eficiente, melhorando a textura da pele, reduzindo marcas, poros aparentes e sinais de envelhecimento, além de proporcionar mais viço e luminosidade.

O que é o ácido mandélico?

O ácido mandélico também faz parte da família dos alfa-hidroxiácidos, mas é derivado das amêndoas amargas.

Sua molécula é significativamente maior que a do ácido glicólico, fazendo com que sua penetração seja mais lenta e gradual.

Como consequência, o ácido mandélico costuma provocar menos irritação, tornando-se uma excelente opção para pessoas com pele sensível ou que estão iniciando o uso de ácidos.

Entre seus principais benefícios destacam-se:

  • Renovação celular suave;
  • Clareamento gradual de manchas;
  • Controle da acne;
  • Redução da oleosidade;
  • Melhora da textura da pele;
  • Uniformização do tom;
  • Menor potencial de irritação.

Por apresentar ação antibacteriana, ele também é bastante indicado para peles acneicas.

Principais produtos com Ácido Mandélico no Brasil

Se você procura um dermocosmético com ácido mandélico, estas são algumas das opções mais populares e bem avaliadas disponíveis no Brasil:

>> Principia AM-10 – Ácido Mandélico 10% + Alfa-Arbutin 1% <<
Um dos séruns de ácido mandélico mais vendidos no país, o AM-10 combina 10% de ácido mandélico com 1% de alfa-arbutin, ajudando a clarear manchas, controlar a oleosidade, reduzir cravos e espinhas e uniformizar o tom da pele. Sua fórmula é indicada para todos os tipos de pele e oferece uma renovação celular suave, ideal para quem busca luminosidade com baixo potencial de irritação.

>> Botik Sérum de Alta Potência Ácido Mandélico 10% + Salicílico<<
Desenvolvido para peles oleosas e acneicas, este sérum da Botik associa ácido mandélico 10% ao ácido salicílico, promovendo renovação celular, redução da acne, controle da oleosidade e diminuição dos poros aparentes. É uma excelente opção para quem deseja uma pele mais uniforme e com menos imperfeições.

>> Botik Sérum Ácido Mandélico + Tranexâmico 5% <<
Esta versão da Botik combina ácido mandélico com ácido tranexâmico, oferecendo um tratamento voltado para a uniformização da pele e redução de manchas. A fórmula auxilia na melhora da luminosidade, ajuda a suavizar marcas pós-acne e contribui para um tom de pele mais homogêneo, mantendo uma ação esfoliante delicada.

>> The Ordinary Mandelic Acid 10% + HA <<
Sucesso mundial entre os apaixonados por skincare, o sérum da The Ordinary contém 10% de ácido mandélico associado ao ácido hialurônico, promovendo esfoliação suave, hidratação e melhora da textura da pele. É especialmente indicado para peles sensíveis ou com tendência à hiperpigmentação, graças ao seu baixo potencial irritativo.

>> Creamy Sérum Ácido Mandélico <<
O sérum de ácido mandélico da Creamy foi desenvolvido para promover uma renovação celular gradual, ajudando a reduzir manchas, controlar a oleosidade e melhorar a textura da pele sem causar irritação excessiva. Sua fórmula é bastante procurada por pessoas com pele sensível ou acneica que desejam incluir um esfoliante químico na rotina de skincare de forma segura.

Principais diferenças entre ácido glicólico e mandélico

Principais diferenças entre ácido glicólico e mandélico

Embora ambos promovam esfoliação química, suas características são bastante distintas.

O ácido glicólico atua de maneira mais intensa devido ao pequeno tamanho de sua molécula, proporcionando resultados geralmente mais rápidos.

Já o ácido mandélico oferece uma renovação mais delicada, sendo melhor tolerado pela maioria das pessoas.

De forma geral:

Ácido Glicólico

Ação mais intensa;
Penetra profundamente;
Resultados mais rápidos;
Pode causar irritação;
Excelente para rugas e textura.

Ácido Mandélico

Ação mais suave;
Penetração lenta;
Menor risco de irritação;
Excelente para peles sensíveis;
Muito indicado para acne e manchas.

Qual é melhor para manchas?

Quando o objetivo é tratar manchas superficiais, ambos apresentam bons resultados.

O ácido glicólico costuma promover um clareamento mais rápido graças à sua capacidade de acelerar a renovação celular.

Já o ácido mandélico atua de forma gradual, reduzindo o risco de irritação que poderia agravar alguns tipos de hiperpigmentação, especialmente em peles morenas e negras.

Para pessoas com tendência ao melasma ou hiperpigmentação pós-inflamatória, o ácido mandélico costuma ser uma alternativa interessante por oferecer uma ação mais delicada.

Qual é melhor para acne?

O ácido mandélico costuma levar vantagem nesse aspecto.

Além de promover renovação celular, ele possui ação antibacteriana, ajudando a controlar a proliferação de bactérias relacionadas à acne.

Também contribui para reduzir a oleosidade sem agredir excessivamente a barreira cutânea.

O ácido glicólico também auxilia no tratamento da acne ao desobstruir poros e melhorar a renovação da pele, sendo especialmente útil para reduzir marcas deixadas pelas espinhas.

Qual é melhor para rugas?

Se o foco principal é combater linhas finas e sinais de envelhecimento, o ácido glicólico geralmente oferece resultados mais expressivos.

Sua ação estimula a renovação celular e favorece a produção de colágeno, contribuindo para uma pele mais firme, lisa e luminosa.

Já o ácido mandélico também melhora a textura da pele, mas costuma apresentar resultados mais graduais nesse aspecto.

Quem tem pele sensível pode usar?

Sim, mas a escolha do ativo faz diferença.

Pessoas com pele sensível geralmente apresentam melhor adaptação ao ácido mandélico devido à sua ação mais suave.

O ácido glicólico também pode ser utilizado, porém normalmente em concentrações menores e com introdução gradual na rotina.

Independentemente do ativo escolhido, é importante iniciar o tratamento em dias alternados e observar como a pele reage.

Posso usar os dois?

Em muitos casos, sim.

Algumas rotinas de skincare combinam diferentes ácidos em dias alternados ou em formulações específicas.

No entanto, essa associação deve ser feita com cautela para evitar excesso de esfoliação, irritação e comprometimento da barreira cutânea.

Sempre que possível, siga a orientação de um dermatologista antes de combinar ativos esfoliantes.

Cuidados durante o uso

Independentemente da escolha entre ácido glicólico ou mandélico, alguns cuidados são fundamentais:

  • Use protetor solar diariamente;
  • Evite exposição solar intensa;
  • Mantenha a pele hidratada;
  • Introduza o produto gradualmente;
  • Não utilize excesso de ácidos ao mesmo tempo;
  • Suspenda o uso em caso de irritação intensa.

A proteção solar é indispensável, pois a renovação celular torna a pele mais sensível aos raios UV.

Afinal, ácido glicólico ou mandélico: qual escolher?

A resposta depende das necessidades da sua pele.

O ácido glicólico costuma ser mais indicado para quem deseja resultados rápidos na melhora da textura, linhas finas, rugas e manchas superficiais, desde que a pele tolere bem ativos mais potentes.

Já o ácido mandélico é uma excelente escolha para pessoas com pele sensível, acneica, oleosa ou com tendência à irritação, oferecendo uma renovação mais suave e segura.

Independentemente da escolha, ambos podem fazer parte de uma rotina de skincare eficiente quando utilizados corretamente e acompanhados de hidratação adequada e proteção solar diária.

Ao entender as diferenças entre ácido glicólico e mandélico, fica muito mais fácil selecionar o ativo ideal para alcançar uma pele mais uniforme, saudável e luminosa de forma segura e consistente.

Perguntas e Respostas sobre Exossomos

O ácido glicólico possui moléculas menores, penetra mais profundamente na pele e promove uma renovação celular mais intensa. Já o ácido mandélico tem moléculas maiores, age de forma mais superficial e costuma ser melhor tolerado por peles sensíveis.

Ambos ajudam a clarear manchas, mas o ácido glicólico geralmente oferece resultados mais rápidos. O ácido mandélico é uma excelente opção para quem tem pele sensível ou tendência à hiperpigmentação.

Os dois podem beneficiar peles oleosas. O ácido mandélico se destaca por controlar a oleosidade e auxiliar no tratamento da acne, enquanto o glicólico melhora a textura e reduz marcas deixadas pelas espinhas.

Sim, desde que em concentrações mais baixas e com introdução gradual na rotina. Ainda assim, o ácido mandélico costuma ser mais indicado para peles sensíveis por causar menos irritação.

Sim. Além de promover renovação celular, ele possui ação antibacteriana e ajuda a reduzir a oleosidade, tornando-se um excelente aliado no controle da acne.

O ácido glicólico costuma apresentar resultados mais rápidos porque penetra mais profundamente na pele e acelera a renovação celular.

Sim. Ele estimula a renovação celular e favorece a produção de colágeno, ajudando a suavizar linhas finas, rugas e sinais do envelhecimento.

Sim, porém seus efeitos costumam ser mais graduais. Ele melhora a textura da pele e contribui para uma aparência mais uniforme e saudável.

Depende da concentração e da tolerância da pele. Muitas pessoas conseguem utilizar diariamente, enquanto outras preferem o uso em noites alternadas para evitar irritações.

Pode ocorrer uma leve descamação no início do tratamento, mas geralmente ela é bem menor do que a observada com o ácido glicólico.

Sim. Tanto o ácido glicólico quanto o mandélico aumentam a sensibilidade da pele ao sol, tornando o uso diário de protetor solar indispensável.

Em alguns casos, sim. No entanto, essa combinação deve ser feita com cautela e, preferencialmente, com orientação de um dermatologista para evitar irritações.

O ácido glicólico costuma apresentar resultados mais rápidos na melhora da textura da pele e na redução da aparência dos poros.

Sim. Por provocar menos irritação, o ácido mandélico costuma ser bastante indicado para peles negras e morenas, que apresentam maior risco de hiperpigmentação pós-inflamatória.

O ácido mandélico costuma ser a melhor escolha para iniciantes, pois sua ação é mais suave e apresenta menor risco de sensibilização.

Os primeiros resultados costumam ser percebidos entre quatro e oito semanas de uso contínuo, embora isso varie conforme o tipo de pele, a concentração do produto e a regularidade da rotina de cuidados.

Sim. Ao estimular a renovação celular, ele auxilia na redução de manchas pós-acne e melhora a uniformidade da pele.

Durante a gestação, o uso de qualquer ácido deve ser avaliado pelo médico responsável. Nunca utilize esses ativos sem orientação profissional nesse período.

O ácido mandélico é considerado um dos alfa-hidroxiácidos mais suaves, sendo geralmente melhor tolerado por peles sensíveis e reativas.

A escolha depende do objetivo e do tipo de pele. Quem busca resultados mais rápidos para rugas, textura e manchas costuma se beneficiar do ácido glicólico. Já quem possui pele sensível, acneica ou deseja uma renovação mais delicada pode obter excelentes resultados com o ácido mandélico. O ideal é considerar as necessidades da pele e, sempre que possível, contar com a orientação de um dermatologista.